domingo, 22 de setembro de 2013

Pequenos sintomas podem sinalizar uma DST

Os números são alarmantes. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde sugere que mais de 10,3 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de uma doença sexualmente transmissível (DST). Desse total, cerca de 18% dos homens e 11,4% das mulheres não buscaram atendimento médico. "É importante ressaltar que os problemas causados pelas DSTs podem aumentar em até 18 vezes as chances de contrair o vírus da Aids (HIV)", diz a ginecologista Rosa Maria Leme. "Existem diversas doenças, como a herpes, por exemplo, que apresentam sintomas que logo desaparecem, mas o vírus continua presente. Por isso é importante ficar sempre atento."

As doenças sexualmente transmissíveis são causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual, por meio do sexo sem proteção - sem o uso decamisinha - com uma pessoa que esteja infectada. Geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mulheres, em especial, devem ser bastante cuidadosas, uma vez que, em diversos casos de DST, não é fácil distinguir os sintomas das doenças das reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher consultas periódicas ao médico. Algumas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como a incapacidade de engravidar e até mesmo a morte. Entre as doenças classificas como DSTs estão a Aids, gonorreia, clamídia, HPV, sífilis, entre outras.

Mas será que todos os sinais do corpo podem sinalizar uma DST? Para você entender mais sobre o assunto, o MinhaVida destacou abaixo as principais características que acendem o sinal vermelho e pedem uma consulta de emergência com o seu ginecologista .

Secreção vaginal ou corrimento

Corrimento
A especialista explica que pequenas secreções claras e sem cheiro, até uma semana antes da menstruação, são normais. O problema é quando o sintoma persiste. "Qualquer secreção vaginal mais amarelada, verde, pink ou até mesmo a branca, quando em grande quantidade, pode sinalizar algum problema de infecção ou até alguma DST, como a gonorreia. A mulher precisa ficar atenta, principalmente quando ela nunca apresentou nenhum sinal de corrimento", explica a especialista.  

Verrugas genitais

Elas funcionam como um alerta do corpo e precisam de exames específicos para serem analisadas. "O aparecimento de pequenas verrugas (externas ou internas) serve como um sinal vermelho para algumas doenças, como o HPV, que na mulher aumenta muito as chances de câncer de colo de útero", explica a ginecologista. 

Cheiro forte

Ao perceber um cheiro forte não característico, na região da vagina, busque um especialista. "O odor ruim pode estar totalmente ligado a uma bactéria e a uma infecção. O quadro pode gerar pus, que altera o odor normal da região e, em alguns casos, pode causar ardência e irritação", diz Rosa Maria Leme. 

Coceira

Normalmente a coceira não está relacionada a nenhuma DST, mas precisa de atenção especial. "Em geral, esse problema está ligado à infecção por um fungo chamado cândida, que além da coceira, vem acompanhado de corrimento. Mas vale lembrar que a coceira também pode estar relacionada a outras infecções genitais menos frequentes ou até mesmo ao chato (uma espécie de piolho, que se instala na região pubiana)". 

Dor durante a relação sexual

Dores durante o sexo também podem sinalizar que algo não anda bem. "Principalmente nas mulheres que apresentam feridas internas na maioria dos casos de DST, a dor durante a penetração pode ser preocupante. Sinais como forte ardência e incômodo indicam que algo não vai bem e uma visita ao médico precisa ser agendada ", explica a especialista. 

Grupo de risco

Preservativo -DST
As mulheres que estão no grupo de risco das DSTs precisam de cuidados ainda maiores. "Mulheres com muitos parceiros sexuais ou que não usam métodos contraceptivos de barreira, como a camisinha, precisam de uma consulta urgente com um especialista, pois além de estarem colocando a saúde em risco, estão ameaçando a de seus parceiros", alerta Rosa Maria Leme. 

Visite o ginecologista

Para afastar o risco de doenças, a consulta com o especialista e a realização de exames preventivos é essencial. "Toda mulher que já tiver tido relação sexual, deve obrigatoriamente passar por uma consulta ginecológica anual para realização de exames de rotina ginecológica e para prevenção de câncer de colo uterino, como exames hormonais e ultrassom para checar útero e ovários".  

Adolescentes no grupo de risco



Um outro estudo realizado pelo National Health and Nutrition Examination Survey sugere que uma em cada quatro adolescentes americanas sofrem de alguma doença sexualmente transmissível. O problema mais comum entre as jovens era o vírus do HPV ( 18,3% das adolescentes) e a clamídia (3,9% das meninas). O estudo contou com a participação de 838 adolescentes americanas, com idade entre 14 e 19 anos. As meninas eram entrevistadas e examinadas para detectar doenças como: gonorreia, clamídia, tricomoníase, herpes e HPV.

Outro dado que também chamou a atenção dos pesquisadores foi o tempo em que as participantes levaram para serem infectadas. Um ano depois de iniciar a vida sexual, 19,2% já possuíam alguma DST. Os cientistas alertam que as doenças podem levar à complicações a longo prazo, tais como a doença inflamatória pélvica, a infertilidade e o câncer cervical ou até mesmo aumentar o risco de infecção pelo HIV. Depois de analisar os resultados da pesquisa, os cientistas reforçam a importância da orientação sexual dentro das salas de aula. Tudo para informar as jovens e aumentar o nível de proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

O que é Câncer de colo do útero?

É um tipo de câncer que demora muitos anos para se desenvolver. As alterações das células que dão origem ao câncer do colo do útero são facilmente descobertas no exame preventivo. Conforme a doença avança, os principais sintomas são sangramento vaginal, corrimento e dor. O colo do útero é a parte do útero localizada no final da vagina. Por localizar-se entre os órgãos externos e internos, fica mais exposto ao risco de contra doenças.Getty Images

Causas

A principal causa é a infecção por alguns tipos de vírus chamados de HPV - Papiloma Vírus Humano. Fatores como o início precoce da atividade sexual, a diversidade de parceiros, o fumo e a má higiene íntima podem facilitar a infecção.

Prevenção

A melhor maneira de se prevenir é fazendo o exame preventivo (Papanicolaou). As lesões que precedem o câncer do colo do útero não têm sintomas, mas podem ser descobertas por meio do Papanicolaou. Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura são de 100%.

O que é o exame preventivo?

É a coleta da secreção do colo do útero, utilizando espátula e escovinha. O material é colocado em uma lâmina de vidro para ser examinado posteriormente num microscópio. Todas as mulheres que têm ou já tiveram atividade sexual, principalmente aquelas com idade de 25 a 59 anos devem fazer o exame preventivo. As mulheres grávidas também podem fazer o preventivo.

Quais os cuidados para a realização do exame preventivo?

Não ter relação sexual, nem mesmo com camisinha, dois dias antes do exame; não usar duchas ou medicamentos vaginais nos dois dias anteriores ao exame e não estar menstruada (regulada). Em caso de sangramento fora do período menstrual, a mulher deve procurar o serviço de ginecologia.

O exame dói?

O exame é simples e rápido. Pode, no máximo, provocar um pequeno incômodo. No entanto, esse desconforto diminui se a mulher conseguir relaxar e se o exame for feito com delicadeza e boa técnica.

O que fazer após o exame?

A mulher deve retornar ao local onde foi realizado o exame - ambulatório, posto de saúde ou centro de saúde mais próximo - na data marcada para saber do resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado.

E se o resultado der alguma alteração?

O médico deverá encaminhar a mulher para a realização de outro exame mais detalhado. Caso seja necessário, será feito um tratamento.

Com que freqüência deve ser feito o preventivo?

Caso o exame não tenha apresentado qualquer alteração, a mulher deve fazer o preventivo no ano seguinte. Se novamente não houver alteração, o exame poderá ser realizado de três em três anos.
Fontes e referências:

Câncer de Próstata É FÁCIL E SEGURO FAZER DIAGNÓSTICO PRECOCE

A próstata é uma glândula do aparelho reprodutor masculino situada na base da bexiga, dentro da qual passa a uretra, por onde sai a urina. Segundo estimativa do INCA, o número de casos novos de câncer de próstata estimados para o Brasil no ano de 2008 é de 49.530. Estes valores correspondem a um risco estimado de 52 casos novos a cada 100 mil homens. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata é o mais frequente em todas as regiões do Brasil. Mais do que qualquer outro tipo de câncer, este é considerado o câncer da terceira idade, uma vez que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

Com o diagnóstico precoce e tratamento adequado, a cura é superior a 90%. Entretanto, no Brasil, é o quarto tumor responsável por mortes por câncer. Quando está confinado à próstata, o tratamento pode ser cirúrgico ou radioterápico, com altas chances de cura. Quando a doença se dissemina para fora da próstata seu progresso é lento, porém fatal.

Cerca de 10% dos casos de câncer de próstata apresentam base genética. Quando ele ocorre em um parente de primeiro grau, o risco dobra em relação à população; quando ocorre em dois membros da família, o risco quintuplica. Na grande maioria dos casos os sintomas só aparecem tardiamente na evolução da doença. Daí a importância de se fazer a prevenção e avaliação para diagnóstico precoce, descobrindo a doença antes de se ter sintomas.

O diagnóstico do câncer de próstata consta de palpação digital da próstata (toque retal), da dosagem no sangue do PSA (Antígeno Prostático Específico) e do exame de imagem da próstata (ultrassonografia, ressonância magnética). O PSA é uma substância produzida pela próstata que aumenta quando ela está doente. A presença de alteração do PSA não quer dizer que se trate de câncer, pois existem outras doenças que também levam a um aumento, entretanto, é um importante orientador para outras investigações. Estas medidas devem ser iniciadas aos 40 anos. Devem ser antecipadas em 5 anos na presença de maior risco, como no caso de história de câncer de próstata na família e para indivíduos da raça negra. Uma alimentação com base em gordura animal, carne vermelha e cálcio tem sido associada ao aumento no risco de desenvolver câncer de próstata. Já uma dieta rica em vegetais, selênio, vitaminas D e E, licopeno e ômega-3, tem indicado proteção para o desenvolvimento desta neoplasia. Alguns estudos apontam a obesidade como fator de risco para a mortalidade por câncer de próstata.

Política Nacional de Saúde do Homem

A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Quando comparado com as mulheres, o tempo de vida deles é 7,6 anos menor. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto do miocárdio, seguida das moléstias cardiovasculares (como o Acidente Vascular Cerebral, o AVC), outras doenças cardíacas, pneumonia, cirrose e diabetes estão entre as principais causas de mortes do sexo masculino.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata também está entre as causas mais freqüentes de mortes. O crescimento de óbitos por esse tipo de câncer cresceu 120%, entre 1979 e 2006, segundo o instituto.

Estudos comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, especialmente as enfermidades graves e crônicas. Essa ocorrência está ligada ao fato de que eles recorrem menos frequentemente do que as mulheres aos serviços de atenção primária e procuram o sistema de saúde quando os quadros já se agravaram.
É para ampliar o acesso deles aos serviços de saúde, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Saúde do Homem, em 2009.  Alinhada à Política Nacional de Atenção Básica e integrante do Programa Mais Saúde: Direito de Todos, criado em 2007, a iniciativa pela saúde masculina prevê aumento de até 570%  no valor repassado às unidades de saúde por procedimentos urológicos e de planejamento familiar, como a vasectomia, e a ampliação em até 20% no número de ultrassonografias de próstata.
Setenta cidades, incluindo todas as capitais, já aderiram à Política Nacional de Saúde do Homem. Cada uma delas recebeu R$ 75 mil para financiar as atividades. O cidadão encontra esse serviço nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).
A iniciativa foca os homens de 20 a 59 anos de idade, que correspondem a 41,3 % da população masculina ou 20% do total da população, totalizando 2,5 milhões de brasileiros. Além de criar mecanismos para melhorar a assistência a essa população, a meta do governo federal é incentivar que eles procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano,  nas UBS e UPAS.
Além disso, uma parceria entre as secretarias municipais de saúde e o Movimento pela Saúde Masculina, realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia, promoveu caravanas por 28 cidades brasileiras no primeiro semestre de 2011. Em uma Unidade Móvel de Saúde, pacientes consultavam-se com urologistas. O objetivo principal da campanha foi conscientizar sobre a importância da realização de exames preventivos para o combate e diagnóstico precoce de doenças relacionadas à próstata, disfunção erétil, câncer de pênis e outras. Mais de 14 mil homens se beneficiaram da iniciativa. Fontes:
Sociedade Brasileira de Urologia
Instituto Nacional de Câncer (Inca)
Ministério da Saúde

Curso de sexo oral causa polêmica na internet


Sexo oral: segundo especialistas, é possível
aprender técnicas e melhorar a prática
Foto: 
Getty Images
A partir de novembro, em Salvador (BA), o grupo Mundo da Intimidade oferecerá um curso com objetivo de desmistificar o sexo oral. “As aulas serão voltadas principalmente para a área técnica, não só prática. Diversos especialistas vão lidar com o assunto: sexóloga, urologista, fonoaudióloga e terapeuta sexual, para trabalhar traumas e problemas”, explica Aline Castelo Branco, sócia da empresa. A ideia do curso, inspirado em um similar russo, vai além de simplesmente passar o know-how do ato. “A mulher tem que ter a autoestima elevada, ter a consciência daquele momento”, diz (veja ao final da página uma galeria com oito posições para o sexo oral).

Apesar do sucesso que seu anúncio fez nas redes sociais, o projeto não é inédito. Rozana Rezende, sex trainer que dá cursos de Goiás ao Rio de Janeiro, explica que é muito procurada por mulheres que querem aprender mais sobre sexo oral. “A maioria das mulheres têm dificuldades em ter uma boa qualidade de vida sexual, pois nunca ensinaram pra gente como funciona”, comenta.

Veja as posições, abaixo:

A profissional conta que o maior problema é o preconceito em torno do sexo oral, o que dificulta a busca por boas informações. Para Rozana, tudo que é relacionado à vida sexual tem que ser tratado com seriedade e sinceridade. “Muitas mulheres se sentem desconfortáveis para fazer [sexo oral] no parceiro. Cursos são importantes para saber como funciona o corpo e, desse jeito, proporcionar e receber prazer”, diz. Para a educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan Maria Helena Vilela, uma coisa é certa: a principal busca da atividade sexual é a o sentimento de gratificação. “O sexo prazeroso é aquele que atende as necessidades de estímulo do outro”, explica.

Na ponta da língua

Mas na hora H, existe um certo e errado? “Todo mundo tem as suas preferências e sensações em determinadas áreas do corpo. É uma questão subjetiva de cada um”, define Maria Helena. Apesar disso, existem alguns cuidados e dicas que podem ser postos em prática.

Segundo os especialistas, existe um fator muito importante que é esquecido na hora do sexo: o diálogo. É imprescindível que os parceiros conversem e descubram do que gostam e do que não gostam. “Esse conhecimento tem que vir antes do sexo, na hora não é legal fazer um questionário”, aconselha Maria Helena.

Para Rozana, a maior preocupação que a mulher deve ter antes do sexo oral é a higienização. É importante escovar bem os dentes e deixar a região bucal limpa para o ato. “As mulheres não têm muita informação da acidez da língua e de como ela pode machucar o órgão do parceiro”.

A higienização, inclusive, tem que ser dos dois lados, tanto da mulher quanto do homem. Lavar a região genital é obrigatório. “A intimidade com o órgão é uma das primeiras dificuldades, uma vez que a mulher passou a vida aprendendo que era uma coisa suja. Ela já vai com medo, é preciso quebrar essa ideia”, conta Maria Helena.

Não precisa ter pressa. Calmamente, massageie, acaricie, aperte levemente, roce e fique muito atenta nas reações que isso causa no seu companheiro. Peça para ele dizer do que gosta.

Uma dica para eles é deixar que a parceira descubra os pontos de prazer. Jamais segure a mulher pela cabeça e guie com força: isso dá a impressão de que ela está fazendo errado e pode acabar com o clima ali mesmo.

Maria Helena aconselha encarar o pênis como uma fruta a ser experimentada. Esse é um momento erótico para ambos e deve ser apreciado. Escolha o momento para olhar nos olhos do parceiro e veja como ele reage. A melhor parte do sexo oral é a descoberta em conjunto dos corpos e sensações.

Para brincar com sensações, experimente usar produtos eróticos que esquentam e esfriam, mas mantenha qualquer produto longe da glande (cabeça do pênis). Se não tiver esses produtos em casa, escolha o champanhe. Tome um gole e deixe na boca. As borbulhas causam uma sensação refrescante e prazerosa.

O aconselhável para qualquer prática sexual é a utilização de camisinha. Porém, por não ser um costume muito difundido no sexo oral, a educadora sexual Maria Helena Vilela recomenda que o esperma liberado na ejaculação não seja engolido pela mulher. “Caso o homem tenha alguma doença sexualmente transmissível, a permanência do esperma contaminado por muito tempo no organismo pode causar infecção”, diz.

Uma das técnicas mais faladas é a garganta profunda, com uma colocação de uma maior parte do pênis na boca. Apesar de prazerosa, ela pode apresentar algumas dificuldades, principalmente pela ânsia. Rozana aconselha não abrir muito a boca e Maria Helena diz que a perfeição vem com o tempo. “É uma questão de prática, de tentar encontrar o seu ponto limite. Com ajustes e treino, vai encaixar naturalmente”.

Embora as dicas sejam bem-vindas, não existe uma técnica secreta e única para o prazer. É do companheirismo e da descoberta em conjunto que vai crescendo a libido. “Você deixa de fazer as coisas só para você e faz para vocês. O relacionamento se torna mais permissivo quando o objetivo principal é agradar e ser agradada”, finaliza Rozana.


O BEIJA-FLOR: De costas, ela se dobra sobre os joelhos dele. Ele massageia a região íntima suavemente com lábios e língua. Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

FONTE DE PRAZER: Com pés e mãos apoiados, ela ganha um delicioso sexo oral do parceiro. Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

ORAL EXTREMO: Ele penetra na boca da parceira, que deitada o acaricia por baixo. Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

DESABROCHAR DA ORQUÍDEA: Ela deita com as pernas abertas e ele usa a língua para satisfazê-la com uma longa sessão de sexo oral. Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

69: Deitados de lado, homem e mulher usam a boca para estimular o parceiro com uma longa sessão de sexo oral. As mãos ficam livres para fazer carícias. Foto: Renato Munhoz 

OS MALABARISTAS: Posição para experts e liberados. Ela monta sobre as costas dele e estimula seu ânus com a língua. Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

BEIJO DO SÚDITO: Poderosa, ela ajoelha por cima e recebe um delicioso beijo molhado nas partes íntimas – e ainda usa as mãos para controlar tudo . Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

ORAL CLÁSSICO: Ajoelhada ou agachada, ela oferece uma longa sessão de sexo oral ao parceiro, que controla sua cabeça com uma das mãos. Foto: Renato Munhoz (Arte iG)

Fonte: iG

Amor e Sexo: perguntas sobre sexo respondidas,A diferença entre orgasmo clitoriano e vaginal, falta de desejo e outras dúvidas comuns

Qual a diferença entre orgasmo clitoriano e vaginal? É verdade que o segundo tende a ser mais forte? 

A única diferença está em sentir prazer em regiões diferentes do corpo. O orgasmo pode ser intenso nos dois casos, e isso será determinado por um conjunto de estímulos eróticos, desejo sexual, excelente excitação, bom relacionamento e, se existir afeto, melhor ainda. (Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual)  É verdade que a maioria das mulheres não tem orgasmo vaginal? 

A maioria tem o orgasmo clitoriano, pois é a via mais fácil de excitação. A boa notícia é que o “clitoriano” pode ser tão prazeroso quanto o “vaginal”. 
(Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual)  Eu só consigo me excitar imaginando situações eróticas. Mesmo achando o meu namorado atraente, não me concentro propriamente nele. Penso em filmes, fotos, contos... Posso ter algum tipo de desvio? 

Não. Isso não caracteriza nenhum tipo de desvio. Quase todas as pessoas têm fantasias sexuais. Existem as que não sentem muito prazer, e até mesmo são incapazes de atingir o orgasmo sem recorrer a elas. Com as fantasias, a vida sexual ganha uma diversidade que seria impossível no dia a dia. Por mais que exista grande atração entre um casal, a excitação não se dá sempre da mesma forma, tem altos e baixos. Lançar mão desse recurso funciona, muitas vezes, como estimulante para se recuperar a intensidade do desejo. E a variedade é grande: cenas, lugares, pessoas, podendo ser, em alguns casos, sobre um parceiro mais desejável do que aquele com quem se está fazendo sexo. 
(Regina Navarro Lins, psicanalista)  Minha relação sexual dura de 20 minutos a 30 minutos. É um bom tempo? 

A sociedade sempre quer dados estatísticos para mensurar o que é relativo e pessoal, e isso é o menos importante. É preciso entender que o organismo masculino é muito diferente do feminino. Em média, um homem demora de 3 minutos a 4 minutos para ficar excitado e ejacular, enquanto a mulher precisa de pelo menos 20 minutos para ficar lubrificada. Além disso, a excitação da mulher não é apenas física, ela é composta por etapas e tem todo um respaldo emocional que resultará nas reações físicas do orgasmo. Se o sexo está bom com o seu parceiro, então isso é o que importa. 
(Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo)
Receber sexo oral com frequência pode provocar infecção de urina? 

Sim. O pH da vagina é totalmente ácido, enquanto o pH da saliva é alcalino; isso pode deixar a região propícia para a proliferação de germes e bactérias. É recomendável que a mulher faça higienização da região com água e sabonete íntimo logo após relação. Esse produto tem o pH adequado e irá devolver a acidez para a vagina. 
(Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista)   Existe algum tipo de gel que estimula a excitação? 

Mulheres que querem novas experiências podem usar produtos em gel que dão a sensação de quente e frio; eles costumam ser prazerosos tanto para a mulher, quanto para os homens. Prefira produtos à base de água e com pouco óleo. 
(Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista)
Meu namorado gosta que eu acaricie o ânus dele. Acho isso um absurdo e nunca faço. Ele pode ter tendências homossexuais? 

De acordo com regras sociais, as pessoas costumam associar o estímulo erótico anal em homens como uma prática exclusiva de homossexuais, porém, receber esses estímulos e sentir prazer não caracteriza um homossexual. Estudos afirmam que o ânus masculino (juntamente com a próstata) é uma região altamente erógena. No seu caso, seria interessante se perguntar: esse incômodo é essencialmente por conta dessa dúvida ou por que você não se sente à vontade para estimulá-lo dessa forma? Tente resolver isso com uma conversa tranquila e direta sobre o assunto. 
(Diego Henrique Viviani, psicólogo)
 Em média, qual é o tamanho do pênis do brasileiro? 

Estudos mostram que o tamanho do pênis do brasileiro varia entre 10,5 centímetros e 17 centímetros em estado ereto. Mas essa discussão torna-se ampla uma vez que a maior parte dos homens relaciona o tamanho do pênis à virilidade. Qual tamanho é necessário para dar prazer a uma mulher? Exceto em alguns casos, as mulheres não se preocupam com tamanho do pênis, uma vez que a vagina se adapta a ele. A maior parte dos homens que procura cirurgias tem o tamanho dentro da média; nesses casos, o tratamento mais adequado seria psicoterápico e não cirúrgico. 
(Diego Henrique Viviani, psicólogo)
Os homens têm mais facilidade em sentir prazer recebendo sexo anal do que as mulheres? (no caso de relacionamento homossexual) 

Na mulher, tanto a região clitoriana quanto vaginal promovem uma maior excitação e prazer orgástico do que a estimulação anal somente. Já no homem a estimulação da próstata e região anal provoca grande excitação e prazer. Contudo, nos dois casos, outros elementos são fundamentais, como: imaginação, fantasia e interação com o parceiro. 
(Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual)
 É possível que uma vagina não se adapte a um pênis? 

De modo geral, se a paciente estiver bem estimulada e tiver boa lubrificação vaginal, isso só acontece em casos extremos, com um pênis de um tamanho muito acima do normal, o que é raro. A vagina se alonga durante a relação e os grandes lábios incham para se adaptar ao pênis. Porém, se a mulher estiver na menopausa há muito tempo ela pode ter alguma dificuldade em função da diminuição de lubrificação e rugosidade, o que pode ser resolvido com tratamento adequado. (Dalton Ferreira da Silva, ginecologista)
Eu sinto um pouco de dor de acordo com a posição na hora do sexo. Isso pode acontecer em função da posição do meu útero? 

Durante a excitação, a vagina aumenta de diâmetro e afunda. O útero, independente da posição naquela mulher, se eleva para a linha média do corpo. Se a excitação não for mantida durante o ato sexual, esse processo se reverte em segundos e a vagina volta à posição de repouso, com até oito centímetros de comprimento. Nesses casos, o pênis pode bater no útero ou até esfolar as paredes laterais da vagina. 
(Jaqueline Brendler, ginecologista)
Quem pratica sexo anal com freqüência deve fazer exames periódicos nessa região? 

Pessoas que praticam sexo anal têm mais chances de contaminação por HPV. Nunca dispense a camisinha e faça exames preventivos periodicamente. 
(Carolina Ambrogini, ginecologista)
Meu namorado chega ao orgasmo muito rápido e isso me irrita. Será que ele tem ejaculação precoce ou isso é apenas falta de consideração? 

Algumas mulheres acreditam que a ejaculação precoce é uma demonstração de falta de consideração ou egoísmo por parte do parceiro, mas isso é um grande engano. A ejaculação precoce é um distúrbio sexual muito frequente e atinge cerca de 30% dos homens com vida sexual ativa. O tratamento pode ser feito por meio de medicamentos e também por diversas técnicas de psicoterapia. Recentemente foi lançado na Europa um novo medicamento especialmente destinado para o tratamento da ejaculação precoce, a dapoxetina, que estará disponível no Brasil ainda em 2010. Contudo, o primeiro passo no tratamento da ejaculação precoce é agendar uma consulta com o urologista. 
(Celso Gromatzky, urologista)
Minha amiga disse que só homens com pênis grossos conseguem proporcionar o orgasmo vaginal a uma mulher. Não sou expert no assunto, por isso pergunto: isso faz sentido? 

Não necessariamente. Ocorre o seguinte: o clitóris tem de 9 centímetros a 11 centímetros de comprimento, e sua parte interna fica na parede anterior da vagina. Um pênis de maior diâmetro tende a massagear mais essa região e ajudar no orgasmo. 
(Jaqueline Brendler, ginecologista e sexóloga)
Sei que existe operação plástica para aumentar o tamanho do pênis, mas o problema do meu marido é outro, o órgão dele é muito fino. A cirurgia também corrige isso? 

A realização desse tipo de cirurgia existe, mas é indicada apenas para pessoas que sofreram algum tipo de trauma e perderam parte ou o membro inteiro. Trata-se de um procedimento complexo e leva em conta fatores como idade, estatura, peso, entre outros. Estatisticamente uma parcela muito pequena da população pode fazer esse tipo de cirurgia sem riscos. 
(Cláudio Teloken, urologista)
Vibrador alarga a vagina? 

A parede vaginal da mulher é elástica e os vibradores não conseguem alargá-la. Aliás, esses produtos são até usados em tratamentos contra a flacidez da parede vaginal. 
(Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista)

19. Vibrador pode dar choque? 
Não. Normalmente os vibradores utilizam pilhas que dificilmente podem dar choques, além disso, eles são revestidos por borrachas ou skin gel (que imitam a textura da pele humana). Os únicos relatos de acidentes ocorridos são de erro na hora de recarregar o vibrador: o aparelho deve ser desligado e retirado da tomada antes do uso. 
(Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo)
Sinto ar na minha vagina após a transa. É normal? 

É normal. Isso pode ocorrer em algumas mulheres em função de uma lubrificação maior do que ela tenha normalmente ou por conta de uma posição sexual diferente, que facilita a entrada de ar no canal vaginal. 
(Dalton Ferreira da Silva, ginecologista)

sábado, 21 de setembro de 2013

OS Agente Comunitário de Saúde e Agentes de Edemias Participam do Seminário de Educação em Saúde em Salgueiro.

A Prefeitura Municipal de Sertânia, Juntamente com a Secretaria de Saúde Teve a Honra de Participa do "SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE" Realizado pela Equipe  Projeto São Francisco na Cidade de Salgueiro, Os Agentes Comunitário de Saúde, Agentes de Edemias, a Psicóloga Priscilla Sales que Representou a Secretaria de Saúde Dr. Tatiana Mindêlo. Confira as Fotos











quarta-feira, 24 de julho de 2013

Campanha contra sarampo distribui mais de 390 mil vacinas em Pernambuco

A partir do próximo sábado (27), crianças de 24 municípios de Pernambuco serão alvo na nova campanha de vacinação contra o sarampo. A imunização, que segue até a sexta-feira 2 de agosto, é voltada para crianças de 6 meses a 4 anos de idade. Mais de 390 mil doses foram distribuídas entre 700 postos da Região Metropolitana do Recife (RMR) e Zona da Mata.

A vacina oferecida será a tríplice viral, que também protege contra rubéola e caxumba. A expectativa do Governo do Estado é imunizar mais de 260 mil crianças. Quem não mora nos municípios que receberão a campanha, a recomendação é procurar o posto de saúde da cidade para avaliar o cartão de vacinação da criança. 

De acordo com o calendário tradicional de vacinação, a primeira dose contra o sarampo é dada quando a criança completa 1 ano de idade. A antecipação da vacina para os 6 meses não prejudica a criança, mas a dose terá que ser repetida quando completar um ano. É importante que os responsáveis levem a carteira de vacinação da criança para ser atualizada.

Os municípios que receberão a campanha são: Recife, Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Igarassu, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Moreno, São Lourenço da Mata, Ilha de Itamaracá, Itapissuma e Araçoiaba. Na Mata Norte, Goiana, Condado, Carpina, Glória de Goitá, Chã de Alegria e Paudalho. Já na Mata Sul, Vitória de Santo Antão, Primavera, Chã Grande e Pombos. fonte ne10